Capitão Boina Cinza
Personagem solo de Thiago Carro em 2020-10 Ataque à Ilha do Forte, no sistema Storyteller.
Nome de nascença: Abelardo Antônio Ferreira Silva
Nome adotado: João Ribeiro
Nome de tripulante: Boina Cinza
Raça: Humano Português
Origem: Caçador
Classe: Navegador
Descrição
Acompanhado por um dodô
Capitão do Garciano II

Background
História:
- Nasce Abelardo Antônio Ferreira Silva, filho de Brito Rodrigues Silva e Eugênia Isabel Dias Ferreira;
- Seu pai, Brito, é extremamente violento e agressivo, educa-o com base na agressão;
- Pai vinicultor, o coloca para trabalhar nos campos com ele, vendo que não se adequa bem, o põe para trabalhar, desde cedo, com os caçadores;
- Aprende a arte da caça, sabe lidar com os animais, tanto de maneira amistosa quanto de maneira agressiva, aprende a sobreviver nas florestas, nadar nos rios, e atirar com arco e flecha, dentre outros;
- Junto com ele, seu primo, Dinis Dias Ferreira caça, e se torna também seu melhor amigo;
- Próximo aos 18 anos, após dois dias de péssima caça, seu pai lhe agride de maneira pior aos dias anteriores, deixando marcas ainda mais graves, este é o basta para Abelardo;
- Assim, no dia de caça seguinte, parte em viagem, com Dinis, seu primo, para uma cidade costeira, Porto das Garças;
- Ele sabe que necessitam de identidades novas, para não serem buscados por seu pai, ele se torna João Ribeiro, e seu primo Marcos Ribeiro, e se apresentam como irmãos em busca de nova vida;
- Para disfarce, passei a utilizar uma boina cinza, e Marcos raspou a cabeça;
- Começam essa nova vida com trabalhos sujos, limpeza de navios, tirar espinha de peixe, limpeza de estabelecimentos;
- Ganhando fama nas noitadas de bar, ficamos pouco a pouco mais conhecido na cidade;
- Nessas noitadas, descubro que não consigo mais beber vinho, ele tem gosto de sangue, do meu sangue, pois toda vez que bebo vinho lembro das agressões de meu pai;
- Conseguimos vaga entre os caçadores, mostrando nossas habilidades;
- Pouco a pouco melhores vistos pela sociedade, conseguimos uma vaga no navio pirata do Capitão Gajo de Ferro, o navio Garciano;
- Este grupo pirata tinha boa importância na economia da cidade;
- Recebo o apelido de Boina Cinza, e Marcos, Brilhoso (sua careca realmente brilhava);
- Era um navio que sempre voltava para o Porto das Garças, e não ia muito longe, assim, ia aos poucos conhecendo a costa lusitânia;
- Ao passar do tempo, foi brotando um sentido desbravador no Capitão Gajo de Ferro, e começamos a fazer viagens mais longas;
- Ficamos mais conhecidos, e entramos na lista de piratas caçados pela Coroa Portuguesa;
- Dito e feito, quando menos esperávamos, voltando de volta pra casa, numa viagem tranquila, muitos de nós bêbados, fomos emboscados pelo Corsário Barba Invisível;
- Ele tinha esse nome por não ter barba, e dizem que ele joga no mar todos aqueles que tiram sarro disso;
- Nessa batalha, fomos derrotados. Gajo de Ferro morreu, com ele, grande parte da tripulação. Inclusive... Marcos...;
- Brilhoso, Dinis, Marcos, tanto faz, o luto era tamanho que parece que parte de mim morreu com ele e com o naufrágio do Garciano;
- Eu sobrevivi, não sozinho, da tripulação inteira, sobramos eu, Sorriso (tem esse nome por conta de uma cicatriz na boca), Baleeira (tinha um sentido sobrenatural para caçar baleias) e Bola na Perna (perdeu a perna com uma bola de canhão);
- Voltamos para Porto da Garça, a notícia do naufrágio tomou a cidade em luto;
- Depois de longo tempo recobrando a saúde corporal e mental da batalha, decidimos voltar ao mar;
- Precisávamos de navio, e, principalmente, de tripulantes;
- Eu fui instituído capitão, Baleeira, minha primeira imediata, Sorriso seria um dos mestres do navio, Bola de Canhão dizia não estar mais em condições de voltar ao mar, tanto de saúde, como de cabeça;
- Construímos um navio e o batizamos de Garciano II, um dos trabalhadores que construiu o navio se ofereceu para carpinteiro do navio, Simão, que recebeu o apelido de Madero;
- Ainda na cidade, conseguimos outros tripulantes, Barba Falha tinha boa pontaria, e se colocou como homem das armas, trouxe seu irmão, Barbicha Falha, se tornou rapaz da pólvora;
- A enfermeira que tratou de nós após chegar na cidade também quis entrar no navio, e se tornou a cirurgiã Dedo Podre (escolhia os piores rapazes para dormir com);
- A cidade começou a prosperar sem depender dos piratas, o que era bom, com discursos em bares, conseguimos mais alguns tripulantes, Maculada (foi expulsa da igreja por entrar bêbada e nua), Meia Idade (jovem de 16 anos) e Gaitero, entraram como criados de bordo;
- Precisávamos ainda de outros dois homens das armas, um rapaz de pólvora, e outros dois mestres do navio, no mínimo, tínhamos muito pouco, mas já conseguíamos pequenas viagens;
- Com experiência de navio, Meia Idade se tornou Mestre do Navio, ao alcançar maioridade (mas não perdeu o apelido), e Barbicha Falha virou homem de armas, no lugar dele, entrou o Buxa;
- Até que um dia atracamos em São Simão, e, numa jogatina a noite, um capitão bêbado apostou três tripulantes e perdeu. Eles vieram comigo;
- Ixpanha que tomou o cargo de Rapaz de Pólvora, Fogo do Mar, que era mestra do navio, começou como criada de bordo, mas logo obteve a mesma vaga no Garciano II, e Ceva, uma alcoólatra, tomou o posto de criada de bordo;
- Desses três, Fogo do Mar tomou mais atenção que o desejado, com seus cabelos ruivos raros, e belíssima pontaria, conquistou o coração do capitão, e se apaixonou por ela;
- Outros entraram, saíram ou morreram, estes são alguns tripulantes importantes;
- Com o tempo, conquistei a confiança e a lealdade de todos, em especial dos conquistados, mas o coração da Fogo do Mar parece impenetrável;
- Aumentamos o tamanho das nossas viagens, descobrimos novos horizontes, fomos longe;
- Numa expedição corajosa, fomos às Ilhas Maurício, na costa da África;
- No dia seguinte após atracar, fui caçar, achei uma ave que se dizia estar extinta há umas duas décadas: um dodô. Atirei-lhe uma flecha e ele a segurou com a boca, neste momento achei que estava sonhando, pisquei, cocei os olhos, e o bicho desapareceu, quando me toquei, ele estava no meu ombro. Desmaiei de susto;
- Acordei uns minutos depois, o Dodô me olhando deitado e disse: "Oh, você acordou", achei estar ficando maluco e simplesmente deixei o local para beber, dormir e acalmar;
- Quando zarpamos de volta, o animal seguiu o navio, e nenhum costeiro pareceu percebê-lo, o dodô se manteve conosco, toda vez que pensávamos em abatê-lo, ele saia de nossas vistas;
- Algumas noites de viagem ele entrava no meu quarto e dava algum conselho rápido, do tipo "Contorne a ilha!" e se calava de novo, como se voltasse a ser animal;
- Passando isso à tripulação comecei a ser taxado de louco, e me sentia assim;
- Para descansar a cabeça, decidimos voltar ao Porto da Garça para ficar por lá durante algum tempo;
- Mal chegamos a cidade recebemos uma notícia que reavivou nosso desejo de vingança: descobriram o paradeiro do Barba Invisível;
- Sir. José Pedro Manoel Emanuel Costas Viera Garcia Maria de Fátima Santos, isto é, Capitão Barba Ruiva (esses metidos a nobres querem ter nomes enormes), defendido pela Coroa Portuguesa;
- De tanto caçar piratas, era um nome caçado, e sua segurança estava cada vez mais em risco, então a Coroa decidiu levá-lo para longe da costa portuguesa;
- Brasil, levaram-no ao Brasil. Construíram para ele um forte numa ilha escondida próxima a Salvador, capital do local;
- Passamos nem uma semana descansando e zarpamos, o Dodô, agora batizado de Dudu, seguia me dando algumas instruções, o mais maluco é que ele estava certo! Alguns marujos mais religiosos achavam que era Deus nos guiando, outros, me chamavam de biruta, o fato é que só eu ouvia, e só comigo ele falava;
- A viagem, demorada, teve seu fim, chegamos à Terra de Santa Cruz. Atracamos o navio num porto evitado pelos nobres, o lugar ideal para os piratas;
- Ainda assim, ninguém sabia com certeza onde ficava esse forte, alguns falavam que fomos enganados, que esse forte não existia, mas tomamos cuidado para quem perguntavamos, com medo da notícia de piratas buscando o Barba Invisível alertar o corsário, para que fossemos elemento surpresa contra ele;
- Numa noite, enquanto ainda buscávamos informações, Dudu soltou mais uma frase perdida e se calou: "Eu sei onde o forte está. Siga o meu bico.";
- No dia seguinte não tive dúvidas, devo seguir o bico do dodô, vamos guiar o barco para onde ele apontar;
- Nossa história começa aqui...;
Personagem Principal:
- Abelardo Antônio Ferreira Silva, nome de nascença do personagem principal;
- João Ribeiro, nome adotado por ele no Porto da Garça;
- Boina Cinza no Garciano;
- Capitão Boina Cinza do Garciano II;
Primo:
- Dinis Dias Ferreira, nome de nascença;
- Marcos Ribeiro, nome adotado por ele no Porto da Garça, agora apresentado como irmãos;
- Melhor amigo e parceiros de navio;
- Brilhoso era seu apelido no Garciano;
- Morto por Barba Invisível;
Pai: - Brito Rodrigues Silva;
- Agressivo;
- Vinicultor;
Mãe: - Eugênia Isabel Dias Ferreira;
Ex-Capitão:
- Capitão Gajo de Ferro, do navio Garciano;
- Aceitou a mim e a Marcos em seu navio;
- Morto por Barba Invisível;
Tripulante: - Bola na Perna, perdeu a perna com uma bola de canhão;
- Não quis voltar ao mar na construção do Garciano II;
Corsário:
- Capitão Barba Invisível;
- Sir. José Pedro Manoel Emanuel Costas Viera Garcia Maria de Fátima Santos;
- Matou meu ex-capitão e afundou Garciano;
- Desejo vingança contra ele;
Animais:
- Dudu, o Último Dodô da Terra, ser falante encontrado nas Ilhas Maurício durante caça e me faz parecer biruta;
Tripulação do Garciano II:
- Primeira Imediata Baleeira, tem um sentido sobrenatural para caçar baleias, náufraga do Garciano;
- Mestre do Navio Sorriso, tem esse nome por conta de uma cicatriz na boca, náufrago do Garciano;
- Mestre do Navio Meia Idade, ex criado de bordo, do Porto da Garça;
- Mestra do Navio Fogo do Mar, ex criada de bordo, conquistada em jogatina em São Simão, paixão do capitão;
- Carpinteiro Simão Madero, participou da construção do navio;
- Homem das Armas Barba Falha, irmão de Barbicha Falha, do Porto da Garça;
- Homem das Armas Barbicha Falha, irmão de Barba Falha, ex Rapaz da Pólvora, do Porto da Garça;
- Cirurgiã Dedo Podre, do Porto da Garça;
- Rapaz da Pólvora Buxa;
- Rapaz de Pólvora Ixpanha, conquistado em jogatina em São Simão;
- Criada de Bordo Maculada, do Porto da Garça;
- Criado de Bordo Gaitero, do Porto da Garça;
- Criada de Bordo Ceva, alcoólatra, conquistada em jogatina em São Simão;
- Outros criados de bordo e rapazes de pólvora, que não vale a pena citar - 2 morreram
História Atual
- Consegui mais 3 piratas com habilidades de combate - -Joca-, Jé, Júlinho. +1 Aliado
- Mensagem pra Clementina que Sorriso amava ela
- -1 aliado pelas perdas
- -1 aliado pelas perdas
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